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domingo, 17 de agosto de 2014

TEXTO 2 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/ 5° ANO

João e Maria                                     esroseli.blospot.com

João e Maria eram filhos de lenhadores muito pobres. Só comiam pão duro e por isso seus pais resolveram abandoná-los no bosque.
Naquela noite, João esperou que todos se deitassem e, sem fazer barulho, se levantou e encheu o bolso com muitas pedrinhas.
Na manhã seguinte todos foram ao bosque. João caminhava atrás e ia jogando as pedrinhas no chão.  Assim voltaram seguindo o rastro.  Passados alguns dias, os pais resolveram novamente abandonar as crianças e João teve que deixar migalhas de seu pedaço de pão.
À tarde, quando quiseram voltar para casa, não conseguiram porque os passarinhos haviam comido todas as migalhas de pão.
João e Maria ficaram muito assustados e, mortos de medo, foram seguindo por um caminho que os levou a uma casinha lá longe.
Quando chegaram a ela, descobriram que não era igual às outras casas. Era uma casinha toda feita de doces.
 - Que delícia! Hum! – disseram.
Logo apareceu na porta uma velinha meio esquisita. Seu nariz era grande e pontudo. Convidou-os para entrar, prometendo surpresas.
A surpresa foi muito triste. A velhinha era uma bruxa e colocou João dentro de uma jaula e fez Maria limpar a casa.
A bruxa estava preparando um caldo onde iria cozinhar João. Quando foi ver se o caldo estava bom, se debruçou sobre o caldeirão e Maria a empurrou.
Maria tirou João da jaula e juntos encontraram um grande tesouro na casa da bruxa e ricos voltaram para casa onde seus pais arrependidos os receberam muito felizes.
LÓPEZ, Francesc.(adaptação). João e Maria. São Paulo: Editora Siciliano, 1993.

Questões

1)    Qual é o título do texto?

2)    Quem é o autor?

3)    Quantos parágrafos têm o texto?

4)    Quais são os personagens do texto?

5)    Porque João e Maria estavam sozinhos na floresta?

 6)    O que João usou para marcar o caminho?

7)    Porque João e Maria não conseguiram voltar para casa?

8)    Quem era a velhinha que eles conheceram?

9)    Como eles fugiram?

10) O que você faria se estivesse perdido e aparecesse uma pessoa estranha dizendo que vai te ajudar, mas que você tem que ir para a casa desta pessoa?

TEXTO 4 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

ERVA MATE
Uma tribo de índios Guarany derrubava um pedaço de mata, plantava a mandioca e o milho, mas depois de quatro ou cinco anos, a terra não produzia, e por força das circunstâncias, a tribo acabava tendo que emigrar para outro lugar.
Cansado de tais andanças, um velho índio, já muito velho, recusou seguir adiante e preferiu aquietar-se na tapera.
A mais jovem de suas filhas, a bela Jary ficou entre dois corações: seguir adiante, com os moços de sua tribo, ou ficar na solidão, prestando arrimo ao ancião até que a morte o levasse para a paz do Yvi-Marai.
Apesar dos rogos dos moços, Jary terminou permanecendo junto ao pai.
Essa atitude de amor mereceu uma recompensa.
Um dia chegou por aquelas paragens, um pajé desconhecido e perguntou à Jary o que ela queria para sentir-se feliz. A moça nada mencionou, mas o velho pai pediu: quis ter suas forças renovadas para poder seguir adiante e levar Jary ao encontro da tribo que tinha partido.
Entregou-lhe o pajé uma planta muito verde, perfumada de bondade, e ensinou que ele plantasse, colhesse as folhas, secasse ao fogo, triturasse, botasse os pedacinhos num porongo, acrescenta-se água quente ou fria e sorvesse essa infusão. E disse:
- Terás nessa nova bebida uma nova companhia saudável mesmo nas horas tristonhas da mais cruel solidão. Dada a receita partiu.
Foi assim que nasceu e cresceu a caá-mini. Dela resultou a bebida caá-y que os brancos mais tarde adotaram o nome de erva-mate, muito utilizada pelos gaúchos no chimarrão.
Sorvendo a verde seiva o ancião retemperou-se, ganhou força e pode empreender a longa viagem até o reencontro com seus.
E a tribo toda adotou o costume de beber da verde erva, amarguentinha e gostosa que dava força e coragem e confortava amizade mesmo nas horas tristonhas da mais total solidão.

QUESTÕES

1-    Qual é o título do texto?
2-    Qual é a tribo indígena que aparece no texto?
3-    Qual era o produto plantado por essa tribo?
4-    De acordo com o texto, depois de 4 ou 5 anos o que acontecia?
5-    Por que o velho índio se recusou a seguir adiante?
6-    Qual foi a dúvida de Jary?
7-    Qual foi a decisão de Jary:          (     ) partir com os jovens da tribo   (    ) ficar junto do pai
 8-    O que o pai pediu para o pajé?
9-    O que o pajé entregou?
10- O que deveria ser feito com a planta?
11- Quando o ancião bebeu a nova bebida, o que aconteceu?
12-Qual o nome que os brancos deram para esta erva?

13- Quem costuma utilizar esta erva e de que maneira?

TEXTO 5 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

Como se fosse dinheiro
Todos os dias, Catapimba levava dinheiro para a escola para comprar o lanche.
Chegava no bar, comprava um sanduíche e pagava seu Lucas.Mas seu Lucas nunca tinha troco:
- Ô, menino, leva uma bala que eu não tenho troco.
Um dia, Catapimba reclamou de seu Lucas:
- Seu Lucas, eu não quero bala, quero meu troco em dinheiro.
- Ora, menino, eu não tenho troco. Que é que eu posso fazer?
- Ah, eu não sei! Só sei que quero meu troco em dinheiro!
- Ora, bala é como se fosse dinheiro, menino! Ora essa…[...]
Aí, o Catapimba resolveu dar um jeito.
No dia seguinte, apareceu com um embrulhão debaixo do braço. Os colegas queriam saber o que era. Catapimba ria e respondia:
- Na hora do recreio vocês vão ver…
E, na hora do recreio, todo mundo viu.
Catapimba comprou o seu lanche. Na hora de pagar, abriu o embrulho. E tirou de dentro… uma galinha.
Botou a galinha em cima do balcão.
- Que é isso, menino? – perguntou seu Lucas.
- É para pagar o sanduíche, seu Lucas. Galinha é como se fosse dinheiro… O senhor pode me dar o troco, por favor?
Os meninos estavam esperando para ver o que seu Lucas  ia fazer.
Seu Lucas ficou um tempão parado, pensando…
Aí, colocou umas moedas no balcão:
- Está aí seu troco, menino!
E pegou a galinha para acabar com a confusão.
No dia seguinte, todas as crianças apareceram com embrulhos debaixo do braço.
No recreio, todo mundo foi comprar lanche.
Na hora de pagar…
Teve gente que queria pagar com raquete de pingue pong, com papagaio de papel, com vidro de cola, com geléia de jabuticaba…
E, quando seu Lucas reclamava, a resposta era sempre a mesma:
- Ué, seu Lucas, é como se fosse dinheiro…
Ruth Rocha

QUESTÕES
 1. Qual é o título do texto?

2. Em que local se ocorre à história?

3. Quantos e quais são os personagens da história?

4. Qual o principal conflito da história?

5. O que seu Lucas usava como dinheiro?

6. O que Catapimba resolveu usar como dinheiro?

7. Como seu Lucas reagiu quando Catapimba pagou sem usar dinheiro?

8. Como se resolveu essa situação?

9. Esta história possui um narrador, ele participa da história ou só faz a narração?

10. Já aconteceu com você, situação parecida com a da história? Conte o que aconteceu.

TEXTOS 6 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5º ANO

                                             A memória dos peixes                                   esroseli.blospot.com

 O sítio tinha muitos lugares bons. Porém, Ade e Amis gostavam mais da sombra da velha figueira. Só que, às vezes, no escurecer, tinham que sair de lá por causa dos mosquitos. O velho Amis explicava que os peixes gostavam de viajar rio acima para namorar.
Mas na hora de crescerem, os peixinhos escolhiam as águas calmas das baías, que o rio formava lá bem abaixo.
A menininha escutava Amis, enquanto olhava os lambaris que subiam em fileiras de três, às vezes em fileiras de quatro ou cinco, rio acima.
Mais para o meio do rio, um cardume de piraputangas também subia. De vez em quando ela via ondinhas que elas provocavam quando nadavam quase à flor d´água.
– Amis, Amis, chamou a menininha.
– O que foi, Ade?
– Amis, tem coisas da minha vida que eu já esqueci.
– E daí?
– Daí que eu queria saber. Esses peixes, nadando, sem parar, contra a correnteza.
O velho franziu as sobrancelhas.
– Eu queria – continuou a menininha – eu queria saber como é. Esses peixes se lembram das baías da sua infância?
O velho Amis abraçou aquela menina chamada Ade. Abraçou aquela menininha bem forte. Ele queria que ela nunca se esquecesse.
SCAFF, Ivens Cuiabano. Uma maneira simples de voar. Entrelinhas: Cuiabá, 2006, p.21.
   
Questões


Amis era
(A) um lambari.
(B) uma menina.
(C) um peixe.
(D) um velhinho.
 Ade era uma
(A) baía.
(B) flor.
(C) menininha.
(D) piraputanga.



No sítio, de que lugar Ade e Amis mais gostavam?
__________________________________________________________________________
 Por que os dois não podiam ficar lá quando anoitecia?
__________________________________________________________________________

Completem, de acordo com o texto:

a) Para namorar, os peixes gostavam de ___________________________.
b) Para crescer, os peixes escolhiam _______________________________.
 No texto, encontramos algumas palavras no diminutivo: peixinhos, menininha, ondinhas. Essas palavras podem expressar tamanho ou emoção. No conto que estamos estudando, elas indicam:



I. Tamanho:
(A) grande.
(B) médio.
(C) normal.
(D) pequeno.
II. Emoção:
(A) alegria.
(B) carinho.
(C) medo.
(D) raiva.


 Em “O velho franziu as sobrancelhas”, o narrador quer dizer que ele ficou
(A) aborrecido.
(B) curioso.
(C) pensativo.
(D) preocupado.

 Das frases abaixo, marque aquela que se refere diretamente ao tema do conto.
(A) Amis, tem coisas da minha vida que eu já esqueci.
(B) Ades olhava os lambaris que subiam em fileiras de três.
(C) Esses peixes se lembram das baías da sua infância?
(D) O velho Amis explicava que os peixes gostavam de viajar rio acima para namorar.

Leia e observe as palavras abaixo, depois separe-as em dois grupos:

 estádio – Inês – você – elástico – até – agência – córrego – pêssego – inglês – pés – céu – avô – André – judô – avó – Mônica – lâmpada – cipó – paletó – mecânico – água-café- lâmpada - ágil- criativo- mamãe

                                        Acento agudo                                    Acento circunflexo























TEXTOS 7 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO