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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

USO DO MATERIAL DOURADO


IMPORTANTE: O PRIMEIRO CONTATO DO ALUNO COM O MATERIAL DEVE SER LÚDICO.
DEIXÁ - LO BRINCAR COM O MESMO. FAMILIARIZAR. APÓS É QUE DEVE PARTIR PARA A APRENDIZAGEM, A COMPREENSÃO DAS ORDENS, A BASE DE TROCAS/OUTROS.

Alunos 4° ano professora Roseli Severino.

Alunos do 4º ano professora Roseli Severin













ARTES - DOBRADURAS DO GATO










domingo, 17 de agosto de 2014

TEXTO 1 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

UM TOMATE FAZENDO DE CONTA QUE ERA BOLA               esroseli.blospot.com
                

          Enquanto acontecia a feira naquela pequena cidade, existia um tomate muito infeliz.
          Ele sabia que logo adiante, em uma linda pracinha, muitos meninos jogavam futebol entusiasmados. Só que o pobre tomate tinha uma imensa vontade de também ter alguém que brincasse com ele, sorrisse para ele, vivesse com ele. Talvez já soubesse que tomates não tem amigos, a não ser, é claro, os outros tomates. Tudo isso ia o deixando muito triste.
          Certa noite, quando todas as frutas e verduras já haviam sido recolhidas de suas tendas, o pequeno tomate resolveu dar um jeito na sua situação e saiu em busca de novos amigos. Passou por uma florzinha vermelha como sua cor e lhe disse:
          – Olá linda flor! Quer ser minha amiga?
          E a flor muito tímida vendo aquele tomate a seu lado, quase não sabia o que dizer naquele momento. Suas pétalas tremiam e achou melhor fazer de conta que não sabia falar. Muito desapontado o tomate seguiu seu caminho. Numa curva encontrou duas figuras muito estranhas conversando e decidiu entrar no papo.
          – Olá. Gostariam de ser meus amigos?
          O sapo que vestia uma roupa esquisita, analisou aquele pequeno e frágil tomate e disse:
          -  Não lhe conhecemos e você é apenas um horrível tomate! Acha que seríamos amigos de um tomate?
          – Desculpe, eu pensei… E antes do tomate poder se explicar o besouro com um chapelão enorme interrompeu:
          – Desde quando tomates pensam? E além do mais aqui não tem lugar para você! Tchau. E foram-se embora, em um lugar bem longe, onde jamais o tomate os encontrariam.
          Pobre tomate! Sentia-se cada vez mais só. Mas não desistiu de encontrar alguém que pudesse ser seu amigo de verdade. Porém, ao parar em baixo de uma árvore, ouviu vozes. Olhou para o seu lado direito e viu duas crianças rindo. De quê, ele não sabia.
          – Já sei! Vou perguntar por que riem tanto e assim pode ser que gostem de mim.
          – Olá. Posso saber do que estão rindo?
          As crianças agora não acharam nenhuma graça, estavam assustadas com o que estava acontecendo.
          – Uma bola que fala? Perguntou a menina que se chamava Lia.
          – É. Parece que ela falou alguma coisa. Respondeu Manuel.
          – Sim, eu falo. Mas… não sou uma bola.
          As crianças se olharam e continuaram a rir sem parar. O tomate se incomodou com isso e tentou somente mais uma vez:
          – Está bem! Podem continuar rindo se quiserem, mas saibam que eu só queria ser amigo de vocês. Eu queria muito. Mas vi que vocês não gostaram nada de mim e por isso vou embora.
          Ao ouvir isso, Lia o chamou:
          – Ei, espere! Nós rimos porque você disse que não era bola.
          – Sim, e eu não sou bola. Sou um tomate.
          As gargalhadas voltaram a se repetir. O tomate foi se retirando devagar, sem que fosse percebido. Naquele momento, só pensava nos meninos que jogavam bola naquela pracinha perto da feira e na maneira gostosa que brincavam com a bola no gramado. Chegou a pensar que se aqueles meninos quisessem que ele fosse bola, aceitaria sim. Aos poucos ia se dando conta de que todos fugiam só porque era um tomate. Na certa, achavam que não valia a pena ser amigo de alguém tão vermelho, pequeno e que ainda por cima se chamava tomate. E só pensava agora em ser bola.     A bola daqueles meninos. E daí então teria amigos. Passou na frente da pracinha, onde doze meninos jogavam bola alegremente. Ficou horas parado observando o jogo. De repente, a bola que era uma bola pequena, meio alaranjada, foi parar no meio da rua. Neste instante veio um carro em alta velocidade e passou por cima da bola. Artur, o dono da bola, ficou desconsolado com o acidente e sentiu até vontade de chorar. Então o jogo terminou. Sem bola, seria impossível continuar um jogo de futebol. O tomate que queria ser bola para assim ter amigos, mudou de idéia na mesma hora. Não queria ser esmagado por um carro, ou chutado com força por um menino. Ele se deu conta de que não poderia ser amigo de alguém que o chutasse. Assim, pensou que o melhor a fazer era voltar para a feira. Lá teria amigos como ele: vermelhos, redondos e o que é melhor, com seu mesmo nome.
Autora: Karina Kasper

Questões

1)   Qual é o título do texto?
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2)   Quem é o autor do texto?
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3)   Quem é o personagem principal do texto?
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4)   Quantos e quais são os personagens que se apresentam no texto?
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5)   Onde se passa a história?
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6)   O que mais desejava o tomate?
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 7)   Ele conseguiu o que queria quando saiu da feira? Justifique sua resposta.
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TEXTO 2 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/ 5° ANO

João e Maria                                     esroseli.blospot.com

João e Maria eram filhos de lenhadores muito pobres. Só comiam pão duro e por isso seus pais resolveram abandoná-los no bosque.
Naquela noite, João esperou que todos se deitassem e, sem fazer barulho, se levantou e encheu o bolso com muitas pedrinhas.
Na manhã seguinte todos foram ao bosque. João caminhava atrás e ia jogando as pedrinhas no chão.  Assim voltaram seguindo o rastro.  Passados alguns dias, os pais resolveram novamente abandonar as crianças e João teve que deixar migalhas de seu pedaço de pão.
À tarde, quando quiseram voltar para casa, não conseguiram porque os passarinhos haviam comido todas as migalhas de pão.
João e Maria ficaram muito assustados e, mortos de medo, foram seguindo por um caminho que os levou a uma casinha lá longe.
Quando chegaram a ela, descobriram que não era igual às outras casas. Era uma casinha toda feita de doces.
 - Que delícia! Hum! – disseram.
Logo apareceu na porta uma velinha meio esquisita. Seu nariz era grande e pontudo. Convidou-os para entrar, prometendo surpresas.
A surpresa foi muito triste. A velhinha era uma bruxa e colocou João dentro de uma jaula e fez Maria limpar a casa.
A bruxa estava preparando um caldo onde iria cozinhar João. Quando foi ver se o caldo estava bom, se debruçou sobre o caldeirão e Maria a empurrou.
Maria tirou João da jaula e juntos encontraram um grande tesouro na casa da bruxa e ricos voltaram para casa onde seus pais arrependidos os receberam muito felizes.
LÓPEZ, Francesc.(adaptação). João e Maria. São Paulo: Editora Siciliano, 1993.

Questões

1)    Qual é o título do texto?

2)    Quem é o autor?

3)    Quantos parágrafos têm o texto?

4)    Quais são os personagens do texto?

5)    Porque João e Maria estavam sozinhos na floresta?

 6)    O que João usou para marcar o caminho?

7)    Porque João e Maria não conseguiram voltar para casa?

8)    Quem era a velhinha que eles conheceram?

9)    Como eles fugiram?

10) O que você faria se estivesse perdido e aparecesse uma pessoa estranha dizendo que vai te ajudar, mas que você tem que ir para a casa desta pessoa?

TEXTO 3 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

JOÃO-DE-BARRO ENGENHEIRO
Dona Graúna era a professora velha e boazinha que ensinava às avezinhas da floresta a ler, escrever e contar. Tinha os olhos pequenos e óculos enormes por cima do nariz e, quando se zangava, ficava de cara vermelha e agitava as asas.
Acontece que, quase sempre, dona Graúna estava de cara vermelha e agitando as asas, porque todos os seus alunos eram levados da breca. Todos, não. Havia Joãozinho, um pássaro pardo e estudioso, que ficava quieto, prestando atenção à aula, enquanto os outros faziam estripulia.
Dona Graúna elogiava: “Este Joãozinho vai longe… É aluno como os do meu tempo”. E aí ficava falando duas horas de como era no tempo dela.
Enquanto os outros alunos pintavam os nomes nas paredes, saltitavam de carteira em carteira, cochichavam recados, sujavam os móveis e faziam artimanhas, o Joãozinho estudava.
E, quando não estava na aula estudando, quase nunca acompanhava os colegas pelos passeios na floresta. Tinha uma mania esquisita e todos riam dele. Joãozinho gostava de ficar brincando com barro. Ia para a beira dos regatos e ficava amassando barro, bom o bico, fazendo coisas. Um dia, quando o Pintassilguinho o viu brincando, pôs-lhe um apelido gozado: João-de-Barro. Depois disto, todo o mundo na escola passou a chamá-lo assim. Mas Joãozinho não se importava com o apelido e, para dizer bem a verdade até gostava dele.
Uma manhã, saiu de casa com aqueles planos todos e, escolhendo um jenipapeiro bem bonito, começou a trabalhar. Ia ao regato, amassava barro e o trazia no bico, até o galho escolhido, no pé de jenipapo. Seus antigos colegas, como sempre, passaram por ali e riam dele. Achavam muito engraçado aquelas paredes fracas que o Joãozinho estava erguendo, no alto da árvore.
Mas, depois de um mês, ninguém mais ria. Até pelo contrário, todos tinham os olhos arregalados de espanto: Joãozinho havia construído, no alto da árvore, um palacete, com dois andares, portas e tudo. E havia se mudado de um feio ninho de capim – como os de todos os seus amigos – para aquela casinha linda!
Ah! Aí é que foi. Nunca a passarela da floresta teve tanta inveja. Mas o que fazer? Nenhum dos outros passarinhos tinha sido bom estudante e nem tinha conhecimentos e técnica para fazer planos e projetar uma casinha daquelas. E tiveram mesmo de se contentar em continuar vivendo em ninhos de capim.
Até hoje, só João mora em casa de barro sólida e bonita. E é o único pássaro arquiteto da natureza.
(Adaptado de André de Carvalho)
INTERPRETAÇÃO
1. Qual é o título do texto?

2. Quem é o autor do texto?

3.Qual é o tema?

4. O texto tem quantos parágrafos?

5.  Quem são os personagens que aparecem no texto?

6. Onde se passa a história?

7. Em sua opinião o que significa a expressão “levada da breca”?

8. Todos os alunos de Dona Graúna eram levados? Justifique sua resposta.

9. Quando os alunos faziam bagunça o que fazia a professora?

10. Qual apelido João ganhou e por quê?

11. O que aconteceu quando os outros pássaros viram a casa de João pronta?

12. Por que os outros pássaros não faziam casas como a de João?

13. Em sua opinião o que podemos aprender com essa história?

TEXTO 4 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

ERVA MATE
Uma tribo de índios Guarany derrubava um pedaço de mata, plantava a mandioca e o milho, mas depois de quatro ou cinco anos, a terra não produzia, e por força das circunstâncias, a tribo acabava tendo que emigrar para outro lugar.
Cansado de tais andanças, um velho índio, já muito velho, recusou seguir adiante e preferiu aquietar-se na tapera.
A mais jovem de suas filhas, a bela Jary ficou entre dois corações: seguir adiante, com os moços de sua tribo, ou ficar na solidão, prestando arrimo ao ancião até que a morte o levasse para a paz do Yvi-Marai.
Apesar dos rogos dos moços, Jary terminou permanecendo junto ao pai.
Essa atitude de amor mereceu uma recompensa.
Um dia chegou por aquelas paragens, um pajé desconhecido e perguntou à Jary o que ela queria para sentir-se feliz. A moça nada mencionou, mas o velho pai pediu: quis ter suas forças renovadas para poder seguir adiante e levar Jary ao encontro da tribo que tinha partido.
Entregou-lhe o pajé uma planta muito verde, perfumada de bondade, e ensinou que ele plantasse, colhesse as folhas, secasse ao fogo, triturasse, botasse os pedacinhos num porongo, acrescenta-se água quente ou fria e sorvesse essa infusão. E disse:
- Terás nessa nova bebida uma nova companhia saudável mesmo nas horas tristonhas da mais cruel solidão. Dada a receita partiu.
Foi assim que nasceu e cresceu a caá-mini. Dela resultou a bebida caá-y que os brancos mais tarde adotaram o nome de erva-mate, muito utilizada pelos gaúchos no chimarrão.
Sorvendo a verde seiva o ancião retemperou-se, ganhou força e pode empreender a longa viagem até o reencontro com seus.
E a tribo toda adotou o costume de beber da verde erva, amarguentinha e gostosa que dava força e coragem e confortava amizade mesmo nas horas tristonhas da mais total solidão.

QUESTÕES

1-    Qual é o título do texto?
2-    Qual é a tribo indígena que aparece no texto?
3-    Qual era o produto plantado por essa tribo?
4-    De acordo com o texto, depois de 4 ou 5 anos o que acontecia?
5-    Por que o velho índio se recusou a seguir adiante?
6-    Qual foi a dúvida de Jary?
7-    Qual foi a decisão de Jary:          (     ) partir com os jovens da tribo   (    ) ficar junto do pai
 8-    O que o pai pediu para o pajé?
9-    O que o pajé entregou?
10- O que deveria ser feito com a planta?
11- Quando o ancião bebeu a nova bebida, o que aconteceu?
12-Qual o nome que os brancos deram para esta erva?

13- Quem costuma utilizar esta erva e de que maneira?

TEXTO 5 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO

Como se fosse dinheiro
Todos os dias, Catapimba levava dinheiro para a escola para comprar o lanche.
Chegava no bar, comprava um sanduíche e pagava seu Lucas.Mas seu Lucas nunca tinha troco:
- Ô, menino, leva uma bala que eu não tenho troco.
Um dia, Catapimba reclamou de seu Lucas:
- Seu Lucas, eu não quero bala, quero meu troco em dinheiro.
- Ora, menino, eu não tenho troco. Que é que eu posso fazer?
- Ah, eu não sei! Só sei que quero meu troco em dinheiro!
- Ora, bala é como se fosse dinheiro, menino! Ora essa…[...]
Aí, o Catapimba resolveu dar um jeito.
No dia seguinte, apareceu com um embrulhão debaixo do braço. Os colegas queriam saber o que era. Catapimba ria e respondia:
- Na hora do recreio vocês vão ver…
E, na hora do recreio, todo mundo viu.
Catapimba comprou o seu lanche. Na hora de pagar, abriu o embrulho. E tirou de dentro… uma galinha.
Botou a galinha em cima do balcão.
- Que é isso, menino? – perguntou seu Lucas.
- É para pagar o sanduíche, seu Lucas. Galinha é como se fosse dinheiro… O senhor pode me dar o troco, por favor?
Os meninos estavam esperando para ver o que seu Lucas  ia fazer.
Seu Lucas ficou um tempão parado, pensando…
Aí, colocou umas moedas no balcão:
- Está aí seu troco, menino!
E pegou a galinha para acabar com a confusão.
No dia seguinte, todas as crianças apareceram com embrulhos debaixo do braço.
No recreio, todo mundo foi comprar lanche.
Na hora de pagar…
Teve gente que queria pagar com raquete de pingue pong, com papagaio de papel, com vidro de cola, com geléia de jabuticaba…
E, quando seu Lucas reclamava, a resposta era sempre a mesma:
- Ué, seu Lucas, é como se fosse dinheiro…
Ruth Rocha

QUESTÕES
 1. Qual é o título do texto?

2. Em que local se ocorre à história?

3. Quantos e quais são os personagens da história?

4. Qual o principal conflito da história?

5. O que seu Lucas usava como dinheiro?

6. O que Catapimba resolveu usar como dinheiro?

7. Como seu Lucas reagiu quando Catapimba pagou sem usar dinheiro?

8. Como se resolveu essa situação?

9. Esta história possui um narrador, ele participa da história ou só faz a narração?

10. Já aconteceu com você, situação parecida com a da história? Conte o que aconteceu.

TEXTOS 6 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5º ANO

                                             A memória dos peixes                                   esroseli.blospot.com

 O sítio tinha muitos lugares bons. Porém, Ade e Amis gostavam mais da sombra da velha figueira. Só que, às vezes, no escurecer, tinham que sair de lá por causa dos mosquitos. O velho Amis explicava que os peixes gostavam de viajar rio acima para namorar.
Mas na hora de crescerem, os peixinhos escolhiam as águas calmas das baías, que o rio formava lá bem abaixo.
A menininha escutava Amis, enquanto olhava os lambaris que subiam em fileiras de três, às vezes em fileiras de quatro ou cinco, rio acima.
Mais para o meio do rio, um cardume de piraputangas também subia. De vez em quando ela via ondinhas que elas provocavam quando nadavam quase à flor d´água.
– Amis, Amis, chamou a menininha.
– O que foi, Ade?
– Amis, tem coisas da minha vida que eu já esqueci.
– E daí?
– Daí que eu queria saber. Esses peixes, nadando, sem parar, contra a correnteza.
O velho franziu as sobrancelhas.
– Eu queria – continuou a menininha – eu queria saber como é. Esses peixes se lembram das baías da sua infância?
O velho Amis abraçou aquela menina chamada Ade. Abraçou aquela menininha bem forte. Ele queria que ela nunca se esquecesse.
SCAFF, Ivens Cuiabano. Uma maneira simples de voar. Entrelinhas: Cuiabá, 2006, p.21.
   
Questões


Amis era
(A) um lambari.
(B) uma menina.
(C) um peixe.
(D) um velhinho.
 Ade era uma
(A) baía.
(B) flor.
(C) menininha.
(D) piraputanga.



No sítio, de que lugar Ade e Amis mais gostavam?
__________________________________________________________________________
 Por que os dois não podiam ficar lá quando anoitecia?
__________________________________________________________________________

Completem, de acordo com o texto:

a) Para namorar, os peixes gostavam de ___________________________.
b) Para crescer, os peixes escolhiam _______________________________.
 No texto, encontramos algumas palavras no diminutivo: peixinhos, menininha, ondinhas. Essas palavras podem expressar tamanho ou emoção. No conto que estamos estudando, elas indicam:



I. Tamanho:
(A) grande.
(B) médio.
(C) normal.
(D) pequeno.
II. Emoção:
(A) alegria.
(B) carinho.
(C) medo.
(D) raiva.


 Em “O velho franziu as sobrancelhas”, o narrador quer dizer que ele ficou
(A) aborrecido.
(B) curioso.
(C) pensativo.
(D) preocupado.

 Das frases abaixo, marque aquela que se refere diretamente ao tema do conto.
(A) Amis, tem coisas da minha vida que eu já esqueci.
(B) Ades olhava os lambaris que subiam em fileiras de três.
(C) Esses peixes se lembram das baías da sua infância?
(D) O velho Amis explicava que os peixes gostavam de viajar rio acima para namorar.

Leia e observe as palavras abaixo, depois separe-as em dois grupos:

 estádio – Inês – você – elástico – até – agência – córrego – pêssego – inglês – pés – céu – avô – André – judô – avó – Mônica – lâmpada – cipó – paletó – mecânico – água-café- lâmpada - ágil- criativo- mamãe

                                        Acento agudo                                    Acento circunflexo























TEXTOS 7 PARA INTERPRETAÇÃO 4°/5° ANO


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Reflita

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos.
Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

domingo, 1 de dezembro de 2013

AVALIAÇÃO BIMESTRAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA

1) Para mapear o espaço geográfico, utiliza –se a visão vertical, visão oblíqua, visão frontal, visão lateral  .Essa visões possibilitam obter as informações necessárias para que os objetos sejam representados o mais próximo possível da realidade. Observe a foto da Praça Francisco dos Reis Goulart no município de Santa Vitória M
 Foto da praça
a) A foto foi feita em qual visão?

Visão vertical (           Visão frontal (        Visão lateral (      )         Visão oblíqua (     )


b) A foto  representa o município de ____________________
 localizado no estado de ________________________

c) A capital do estado que você mora chama-se ____________________

 2) Liste os principais elementos que formam uma paisagem do:
a ) Espaço urbano

 b)Espaço Rural






c) Os principais elementos da paisagem no lugar onde vivo são:

3)Desde 1500 até hoje, muitas mudanças ocorreram na paisagem brasileira. Observe por exemplo as imagens de um mesmo local em épocas diferentes.


Fotos tiradas de um terreno da Av. 5 ,  Bairro Dom Alexandre, Santa Vitória – MG  - 1983.

Fotos da E. M. Tancredo Neves. Av. 5 , Bairro Dom Alexandre, Santa Vitória – MG – 2013.

a) Quanto tempo se passou da primeira para a segunda imagem?



b) Liste as transformações que ocorreram na paisagem onde hoje está construída a Escola Municipal Tancredo Neves.


4) Nos municípios, além das atividades voltadas para agricultura, pecuária, extrativismo e as industrias, há em muitos casos a atividade artesanal.

a) Essa atividade é importante para a população? Procure justificar sua resposta.

b) No município onde você vive há atividade artesanal?

sim (     )                     não (      )


Em caso afirmativo, qual ou quais?


5) Neste ano, você teve a possibilidade de estudar e verificar que as matérias-primas têm origem animal, vegetal e mineral. Liste o que as pessoas podem retirar por meio do:

 

Extrativismo animal



Extrativismo vegetal



Extrativismo mineral






























  
6) Observe a paisagem nas primeiras horas da manhã. Determine as direções cardeais dos
Desenho de um lugar escolhido pelo professor
a) O supermercado está localizado na direção _______________.

b) A farmácia está na direção ____________e a igreja na direção ____________________.

c) Se você estivesse no supermercado e quisesse se dirigir ao campo de futebol, que direção teria que tomar?

7) Faça o desenho da rosa dos ventos , escreva o nome dos pontos cardeais e colaterais.